Curso “Movimentos Corpóreos em Cena” na UFABC

Dica quente, pessoal!

A pesquisadora e atriz Patrícia Rita ministrará, a partir do dia 24 de agosto, o curso Movimentos Corpóreos em Cena – baseado em antropologia teatral – no campus Santo André da Universidade Federal do ABC (UFABC).

O objetivo central desta oficina é sensibilizar seus participantes através da criação artística sobre suas identidades, memórias e origens, bem como ao meio em que estes estão inseridos; colocando em cheque concepções tradicionais de relações entre arte, ciência e tecnologia no contexto contemporâneo na busca das ligações entre estética e política, principalmente às novas tecnologias de informação e comunicação.

O curso será dividido em 10 aulas, que vão até o mês de novembro, e ocorrerá das 13h às 15h, no 7º andar da Torre 3 do Bloco A. É aberto ao público a partir de 16 anos, e as vagas são limitadas.

Por isso, corram para se inscrever através do site do projeto: http://projetocorpopoetico.wordpress.com/

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Oficina de Danças Circulares no Festival de Inverno de Paranapiacaba!

Estão todos convidados a participar no dia 20 de julho, de mais uma Oficina de Danças Circulares no Festival de Paranapiacaba!

Largo do Padeiro, 17:00 horas

Realização: Projetos de Extensão Dança Circular na UFABC, Diversidades em Performances e Programa de Extensão Memória dos Paladares

Highland Lilt – Origem: Escócia Coreografia: Bernhard Wosien

A dança acontece por meio de uma sequência de passos simples: nos posicionamos de mãos dadas, dando dois passos para a direita e, em seguida, balançando, com a perna esquerda e a direita, de frente para a roda, também por duas vezes. Ao longo da dança, o/a focalizador/a pode soltar uma das mãos e conduzir os participantes do círculo pelo espaço, serpenteando, formando espirais e retomando o círculo ao final. É uma música que mescla o caráter folclórico e étnico com um aspecto meditativo, pois a beleza da melodia ritmada e a simplicidade dos passos da dança favorecem a concentração, a integração e a atenção a si mesmo, aos outros e ao grupo.

Dança do Agradecimento (Bernhard Wosien)

Música: Luz — Rubinho do Vale; Coreografia: Cristiana Menezes

Origem: Irlanda/Escócia
Música: Rights of men — música tradicional irlandesa/escocesa, em referência à cultura celta

Roda das Danças Circulares das Diversidades, ação dos Projetos de Extensão Dança Circular na UFABC e Diversidades em Performances.
Local: Campus Santo André, Universidade Federal do ABC, junho de 2013
Texto e Focalizações: Andrea Paula e João Kamensky
Estagiários do Projeto de Extensão Diversidades em Performances: Danielle Bandeira e Guilherme Ohse
Vídeos: Guilherme Ohse

dancacircular.wordpress.com

Roda das Danças Circulares das Diversidades no mês de julho

Pessoal, esse sábado será o último encontro de dança circular no encerramento do quadrimestre no Campus Santo André, às 14 horas, como sempre, no sétimo andar da Torre 3 do Bloco A, ao lado do Programa de Extensão Memória dos Paladares. No outro sábado, dia 20 de julho, estaremos no Festival de Inverno de Paranapiacaba, com uma oficina, a partir das 14 horas, no Largo do Padeiro, representando a UFABC: participem!!!20130622_161040

Austrália reconhece pessoa sem sexo pela 1ª vez

Norrie May-Welby, a quem a Austrália atribuiu “gênero não-específico”

Uma pessoa que mora na Austrália pode ser a primeira no mundo reconhecida oficialmente como não pertencendo a nenhum dos sexos, segundo a imprensa australiana.

O governo do Estado de New South Wales emitiu uma certidão de “Gênero Não-Específico” a Norrie May-Welby. Isso significa que o governo não reconhece Norrie como homem ou mulher.

Norrie se considera andrógino e é ativista do grupo Sex and Gender Education (Sage, na sigla em inglês), que faz campanha por direitos de pessoas com diferentes identidades sexuais.

Norrie, de 48 anos, nasceu na Escócia e foi registrado como homem. Aos 23 anos, ele passou por um tratamento hormonal e cirurgias para mudar de sexo, e foi registrado na Austrália como mulher.

No entanto, Norrie ficou insatisfeito com a mudança e interrompeu seu tratamento, preferindo denominar-se “neutro”.

“Gaiola” dos gêneros

“Esses conceitos de homem e mulher simplesmente não se encaixam no meu caso, eles não são a realidade e, se aplicados a mim, são fictícios”, afirma Norrie em um artigo publicado no site The Scavenger na semana passada.

Norrie assina seu nome como “norrie mAy-Welby”, um trocadilho com “may well be”, que em inglês significa “pode ser”.

Em e-mail à BBC Brasil, Norrie comemorou a decisão do governo australiano. “Liberdade da gaiola do gênero!”, escreveu.

Segundo a notícia publicada no The Scavenger, os médicos declararam em janeiro deste ano que não conseguiram determinar o sexo de Norrie – nem fisicamente nem em função do seu comportamento.

A certidão de gênero não-específico foi dada de acordo com uma recomendação de 2009 de um relatório da Comissão de Direitos Humanos da Austrália, segundo o portal. A certidão foi publicada na capa do jornal australiano Sydney Morning Herald.

Uma porta-voz da Procuradoria do governo da Austrália disse ao jornal que esta foi a primeira certidão do tipo.

A porta-voz do Sage, Tracie O’Keefe, disse ao Scavenger que a decisão tem impacto importante na vida de pessoas que não se identificam nem como homens ou mulheres.

Em entrevista ao jornal britânico Daily Telegraph, o porta-voz do grupo britânico Gender Trust, que ajuda pessoas com problemas de identidade sexual, saudou a decisão do governo de New South Wales.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/bbc/2010/03/15/australia-reconhece-pessoa-sem-sexo-pela-1-vez.jhtm

Dança Circular na UFABC no sábado à tarde!

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Venha dançar conosco mais uma vez no próximo sábado, dia 29 de junho, das 14:00 às 16:00 horas, no sétimo andar da Torre 3 do Bloco A, ao lado do Programa de Extensão Memória dos Paladares!

As danças circulares têm reunido nossa comunidade interna e externa, trazendo para o convívio e a valorização das diversidades culturais muitas pessoas de Santo André, São Bernardo do Campo e também de São Paulo.

O prazer e a alegria de dançar em toda trazem também conhecimento, autoconhecimento, união e invenção de novas comunidades. Assim, a Universidade abre suas portas para que todas as pessoas possam se encontrar e conviver em seus espaços, pois a arte e a cultura para todos precisam fazer parte do cotidiano acadêmico e da vida cultural e artística da nossa região metropolitana do ABC.

A Roda das Danças Circulares das Diversidades é uma atividade de extensão universitária desenvolvida pelos Projetos Dança Circular na UFABC e Diversidades em Performances, com apoio do Programa de Extensão Memória dos Paladares: participem!

Mais em: Dança Circular na UFABC

Roda das Danças Circulares das Diversidades na UFABC

Dia do Círculo Ensolarado: 15 de junho de 2013

Campanha pela despatologização da transexualidade

Foram realizadas, no último dia 17 de outubro, manifestações em 29 cidades de 17 países, com o objetivo de alertar para a necessidade da retirada do Transtorno de Identidade de Gênero dos manuais internacionais de diagnóstico médico.

As manifestações fazem parte de uma campanha internacional pela despatologização das identidades trans – transexuais e transgêneros – e pela sua retirada dos catálogos internacionais de doenças, como o DSM – Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, publicado pela Associação Psiquiátrica Americana (APA) e o CID – Classificação Internacional de Doenças, da Organização Mundial da Saúde. Ambos os manuais têm previsões para o lançamento de suas versões revistas e atualizadas. A quinta versão do DSM sairá em 2012, enquanto o novo CID deverá sair em 2014. Esses manuais são utilizados como referência para os profissionais da saúde em diversos países, sendo também comumente utilizados no Brasil.

A campanha “Alto a la Patologización Trans 2012” surgiu a partir da iniciativa do Coletivo Manis de Visibilidade Trans, denominado também Existrans, na cidade de Paris. Ao coletivo, posteriormente, juntaram-se algumas organizações da Espanha, todas em defesa da idéia de que a transexualidade não é uma doença. Madrid, Barcelona e Paris foram sede das primeiras manifestações, no ano de 2007.

As principais demandas das cidades participantes da campanha são as seguintes:

– Retirada do Transtorno de Identidade de Gênero dos manuais internacionais de diagnóstico em suas próximas versões – DSM-V e CIE-11.
– Retirada da menção ao sexo dos documentos oficiais.
– Abolição dos tratamentos de normalização binária para pessoas intersexo.
– Livre acesso aos tratamentos hormonais e às cirurgias sem a tutela psiquiátrica.
– Luta contra a transfobia, propiciando a educação e a inserção social e laboral das pessoas trans.

Fonte: http://www.observatoriodegenero.gov.br/menu/noticias/campanha-pela-despatologizacao-da-transexualidade/

Roda das Danças Circulares das Diversidades, no alto do Campus Santo André!

No dia 15 de junho, mais uma vez, dançamos na nossa Roda das Danças Circulares das Diversidades, no alto do Campus Santo André!! Essa atividade de extensão, que acontece todos os sábados, das 14:00 às 16:30 horas, no sétimo andar da Torre 3, no Bloco A, é fruto de uma parceria entre os Projetos de Extensão Dança Circular na UFABC e Diversidades em Performances: todos estão convidados!

Acontece assim: temos aqueles dançantes que sempre estão presentes, da comunidade interna e externa, incluindo Santo André e São Bernardo do Campo! E também muitas pessoas convidadas (amigos, amores), aparecendo para conhecer as danças circulares, acompanhar e dançar, dançar…  Dançar para trabalhar e fazer acontecer na Universidade junto com a Comunidade tantos saberes necessários: expressão e movimento; poesia do corpo; diversidades; arte e conhecimento; convivência, amizade e generosidade… entre outros!

Além do prazer e da alegria das Danças Circulares, sempre fazemos uma pequena confraternização no Laboratório-Cozinha do Programa de Extensão Memória dos Paladares, que assim apoia e contribui com a atividade, enfatizando como a cultura alimentar compartilhada também cria solidariedade e união, prazer e alegria.

Seguem, então, o eterno convite para dançar e um agradecimento meu e do João, no nosso papel de focalizadores, a todos os participantes e aos novos bolsistas do Projeto de Extensão Diversidades em Performances (Danielle e Guilherme), que estão contribuindo com a organização e aprendendo a fazer o registro documental das atividades da Roda. Agradecemos, dessa vez e especialmente, à Reny, membro da nossa Roda, que mora em na região de Santo André, é psicóloga, e trouxe um tradicional bolo com calda de maracujá que fez a alegria e que, com certeza, ficará nas boas memórias dos paladares da nossa animada Roda das Danças Circulares das Diversidades :) ))