Formação em dança na UFABC

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Prefeitura de São Paulo inaugura centros de educação focados em Direitos Humanos

A Prefeitura de São Paulo anunciou no dia 9 de abril, quarta-feira, que quatro Centros Educacionais Unificados (CEUs) terão Centros de Educação em Direitos Humanos. Os polos estarão em quatro macrorregiões de São Paulo: leste (CEU São Rafael), norte (CEU Jardim Paulistano), oeste (CEU Pêra-marmelo) e sul (CEU Casablanca). As atividades dos centros serão integradas às unidades escolares participantes e da comunidade do entorno visando tratar o tema de direitos humanos nas áreas de cultura, esportes, educação, sexualidade, etnia e gestão.

O lançamento do programa, na sede da Prefeitura, no Viaduto do Chá, teve a presença dos secretários municipais de Direitos Humanos, Rogério Sotilli, de Educação, César Callegari, e da ministra de Direitos Humanos, Ideli Salvatti. O governo federal irá investir R$ 400 mil.

O dinheiro será usado para ampliar os acervos das bibliotecas dos CEUs com livros e DVDs voltados aos direitos humanos, capacitação de bibliotecários e educadores, formação de professores, produção de material pedagógico e desenvolvimento de calendários culturais.

Segundo o secretário César Callegari, da Educação, as unidades foram escolhidas por estarem em regiões “de vulnerabilidade social”.

Educadores, alunos e comunidade montarão juntos um calendário de atividades, reuniões e oficinas e desenvolverão o material pedagógico. As bibliotecas dos quatro CEUs ainda receberão um complemento bibliográfico sobre direitos humanos.

Seminários

Nos dias 14, 15 e 16 de abril, a Coordenação de Educação em Direitos Humanos fará o 1º Seminário Municipal de Educação em Direitos Humanos, voltado a gestores, educadores, estudantes e entidades. O encontro tem como objetivos consolidar o processo de disseminação das Diretrizes Nacionais da Educação em Direitos Humanos, reunir profissionais de ensino e fortalecer o tema nas escolas da rede pública do município.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,prefeitura-inaugura-centros-de-educacao-focados-em-direitos-humanos,1151320,0.htm, acessado em 12/04/2014.

Exposição Oficina Escrita Criativa

Os melhores textos produzidos na oficina de escrita criativa do Projeto Diversidades em Performances estão expostos na Biblioteca da Universidade Federal do ABC (UFABC)  do Câmpus São Bernardo do Campo. A oficina ocorreu em 2013, entre os meses de novembro e dezembro, com seis encontros semanais, divididos em três eixos temáticos: descrição, narração e poética. A Biblioteca da UFABC do Câmpus São Bernardo do Campo fica no 1º andar do Bloco Beta, o endereço é Rua Arcturus, 03 – Jardim Antares – CEP: 09606-070 (Próximo ao supermercado Carrefour Vergueiro e ao Ginásio Poliesportivo Adib Moyses Dib). Não deixe de visitar e retirar sua dose de leitura diária!

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À margem da sociedade: os albinos

O galego destoava totalmente dos outros garotos de 13 anos de Lagoa da Canoa, município de 18 mil habitantes no sertão de Alagoas. Era estrábico, enxergava mal, tinha a pele e os cabelos brancos. Mas era ele – justo ele, o principal alvo de chacotas dos colegas, chamado de “cego”, “zarolho” e “instalação trocada” – quem namorava a menina mais bonita da escola. “A professora me perguntava se eu queria que ela castigasse os que me incomodavam. Eu dizia que não porque eles tinham inveja de mim.

Eu me vingava de outro jeito. Na frente dos moleques, perguntava a minha namorada: ‘O que você acha de mim?’. Ela respondia: ‘Te acho um pão. É o mais lindo de todos’. Aí não tinha pra ninguém”, conta o próprio, dando risada mais de 60 anos depois.

O galego, no caso, é Hermeto Pascoal, um dos maiores gênios da música instrumental, com turnês realizadas por Estados Unidos, Japão e Europa e cuja atenção internacional foi despertada ao gravar com Miles Davis, no início dos anos 70. Aos 76 anos, o “bruxo”, como é chamado, mantém intacto o talento para conquistar mulheres: há dez anos é casado com a cantora Aline Morena, 43 anos mais nova que ele. O casal mora em Curitiba, onde o sol castiga menos a pele de Hermeto. O mais famoso albino do Brasil é um exemplo de sucesso e autoafirmação para muitos que, como ele, nasceram com essa rara condição genética que afeta a produção de melanina e causa a falta de pigmentação nos olhos, na pele, nos cabelos e nos pelos.

A vida é dura para os albinos. Em primeiro lugar, no Brasil nem se sabe quantos são. Na Europa, estima-se que haja um a cada 17 mil habitantes, mas aqui não há qualquer levantamento. “É como se eles fossem invisíveis. Não existem dados sobre albinos no IBGE, já que não há a variável no Censo: quando questionados, alguns se identificam como negros porque os pais são negros, outros como pardos. Se o funcionário do cartório olha, registra como branco”, afirma Shirlei Moreira, fundadora da Associação das Pessoas com Albinismo na Bahia (Apalba), única do gênero no Brasil. Não é por acaso que o único grupo organizado dessa minoria tenha surgido na Bahia, estado com a maior população negra do país. “A maior incidência de albinismo ocorre justamente entre afrodescendentes”, explica o dermatologista Marcus Maia, coordenador do Programa Nacional de Controle de Câncer de Pele e responsável pelo Pró Albino, programa da Santa Casa de Misericórdia, em São Paulo, que oferece atendimento de saúde gratuito a 71 albinos. A cada três meses, Maia e o oftalmologista Ronaldo Yuiti Sano fazem avaliações nesses pacientes para evitar que desenvolvam problemas como câncer de pele, envelhecimento precoce da pele e perda da visão.

Andreza Cavalli, do grupo Albinos do meu Brasil

Os problemas de saúde surgem cedo. “Logo que nascem, muitos já apresentam baixa visão por causa da falta de pigmentação na retina. Na infância, têm dificuldades para acompanhar a escola porque não conseguem enxergar a lousa. Há muita evasão escolar. Muitos não sabem ler ou escrever, o que os deixa ainda mais isolados”, conta Shirlei, da Apalba. Também há o problema da pele, que envelhece muito rapidamente. “Já vi garotos de 20 anos com a pele de alguém de 60 anos. Dependendo do grau de exposição ao sol, podem desenvolver câncer de pele.”

Para se proteger, a estudante de educação física Andreza Cavalli, de São Paulo, procura usar calças e camisas de mangas compridas. Todos os dias, passa protetor solar com fator 60 nas regiões descobertas do corpo. “Além disso, uso óculos escuros e chapéu. É uma obrigação, não tenho escolha. Vira um hábito como escovar os dentes”, explica a moça, que criou um grupo no Facebook chamado Albinos do meu Brasil e do Mundo para trocar dicas e informações sobre o tema. Um grupo de 20 deles se reúne periodicamente para conversar.

Albino incoerente

Existem no mercado roupas e chapéus com proteção contra raios ultravioleta, mas os preços são altos. “Uma camisa custa R$ 200. É cara e as cores e os modelos são limitados”, explica o professor universitário Roberto Bíscaro, autor do blog Albino incoerente – perspectivas albinas de vida. Criada em fevereiro de 2009, a página recebe 300 visitas por dia. “Não existia praticamente nada sobre albinismo em português. Criei o blog na tentativa de preencher essa lacuna e acabou virando uma referência. Tem agências de propaganda que me procuram em busca de personagens albinos para comerciais.”

A falta de estatísticas dificulta a criação de políticas públicas voltadas para a minoria. “É um círculo vicioso. É difícil definir ações de governo porque você não sabe quem é o público-alvo, quantos são e onde vivem”, afirma Roberto. Campanhas contra o preconceito também são necessárias. “Conheço muitos albinos que não conseguem emprego por causa da aparência”, diz o professor. A questão da autoestima é um dos temas mais delicados. Autor da série “Albinos”, da qual fazem parte as imagens espalhadas por estas páginas, o fotógrafo mineiro Gustavo Lacerda conta como lidou com isso. “Eu queria imagens posadas e não ‘roubadas’ na rua. Convidava as pessoas, elas vinham, eram maquiadas e tinham um figurino. Elas eram o centro de atenção, mas não de uma maneira negativa como estão acostumadas. Pelo contrário, a ideia era ressaltar a beleza”, afirma o artista, que começou o trabalho em 2009. Desde então, o ensaio recebeu o prêmio Conrado Wessel de Arte 2011, foi exposto na mostraEuropalia, em Bruxelas, e será exibido em setembro no Museu do Quai Branly, em Paris. Além disso, um livro com as imagens será publicado pela editora Madalena, do fotógrafo Iatã Cannabrava.

A ideia de melhorar a autoestima funcionou. Pelo menos no caso de Patrícia de Matos Cardoso, a escoteira que aparece na abertura desta reportagem. As fotos da adolescente de 16 anos e de Andreza Cavalli foram adquiridas pelo Museu de Arte de São Paulo para fazer parte da Coleção Pirelli. “Eu era insegura com tudo. Não me achava bonita. O ensaio mudou minha visão sobre mim mesma.” Quando foi ao estúdio de Gustavo Lacerda, Patrícia só queria uma foto. Nem sonhava que aquilo iria para tantos lugares. “Foi uma ótima surpresa”, ela conta.

Fonte: Revista Trip

Projeto questiona uso exagerado de photoshop em imagens de mulheres

Tumblr reúne fotos enviadas por mulheres das partes do corpo que as incomodam

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Barriga muito grande, muito flácida, com estrias; seios muito pequenos, muito grandes, caídos; pernas muito finas, muito grossas, com celulite, peludas, muito musculosas. Em um mundo onde quase todas as características do corpo de uma mulher são vistas como defeito, quatro mulheres “tiraram fotos das partes dos seus corpos que as incomodavam de alguma maneira por não corresponderem ao padrão machista, racista e misógino de beleza.”

O projeto “Batalha dos Corpos – O que não tem censura nem nunca terá” se opõe ao uso opressor de photoshop em imagens de mulheres, com o intuito de esconder “defeitos” da fotografada.

“Uma recente pesquisa britânica revela que metade das garotas de 6 anos já estão infelizes por causa da aparência de seus corpos. Isso acontece porque o que se vê no espelho não é aquilo que aparece nas revistas, o importante detalhe, porém, é que o que se vê nas revistas é mentira.”

Fonte: Catraca Livre

Exposição com fotos de Músicos Brasileiros: Vale a pena conferir!

A exposição “Edição MPB” fica em cartaz 6 de dezembro a 18 de janeiro de 2014, podendo ser vista diariamente do meio dia até a meia noite, na Central das Artes. Dentre os cantores retratados, estão Elis Regina, Adoniran Barbosa, Maria Bethânia e muitos outros importantes artistas.
As fotografias são de Mario Luiz Thompson,  um fotógrafo com mais de 40 anos de carreira que ao longo dos anos,  criou um acervo particular de arte musical por iniciativa própria, independentemente de jornais, gravadoras ou revistas.

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Não perca, a entrada é franca!
Endereço:  Rua Apinagés, 1081
Perdizes – Oeste
São Paulo
(11) 3865-4165

Para mais informações, acesse: Central das Artes

Sessões especiais do Clube de Trocas UFABC

Nesta época de final de ano, natal e amigos secretos, não sucumba à imposição do comércio que explora esse momento: não compre presentes, troque!

Com este objetivo, o Clube de Trocas UFABC terá duas sessões especiais nos dias 12 e 19 de dezembro, quintas-feiras, no período matutino, das 9:30 às 12:00, no Auditório 3 do Bloco Beta, no câmpus São Bernardo do Campo.

As trocas aconteceram durante as aulas de Ciência, Tecnologia e Sociedade, da professora Andrea Paula dos Santos, que serão abertas ao público e totalmente dedicadas ao Clube de Trocas.

Traga o que trocar (objetos, saberes, sonhos…)

Os estagiários do Projeto de Extensão Diversidades em Performances, e que coordenam a ação do Clube de Trocas da UFABC, estarão organizando a atividade.

Não deixem de participar e se divertir!